domingo, 9 de fevereiro de 2014

Minha amiga secreta ...


 


Esse ano participei do amigo secreto das mamães blogueiras e adorei ;)
Fomos 5 participantes mais adorei brincar
e tentar descobri quem era minha amiga, ficar trocando recadinhos foi muito legal.



Eu tirei a Suzana do Pensamento Materno, enviei um livro pra ela e uma faixinha de cabelo para a Lorena ;)
 
Quem me tirou foi a Danii Schweigert, ela me enviou um livro e eu adorei, falei para ela que ela caprichou que eu adoreii ;)
 Livro - Mulheres na Guerra - 1939-1945, As
Mulheres na Guerra - 1939-1945, As

O livro mostra a grande importância que tiveram as mulheres na 2ª Guerra Mundial. O trabalho pesado nas fábricas e nos campos. Sua participação assídua seja com uma posição doméstica ou nas frentes de batalha, a verdadeira participação e contribuição das mulheres e seu pouco reconhecimento na história, sempre relagadas a segundo plano quando o assunto era a guerra.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

O que é permitido (ou não) na quarentena

O período imediatamente posterior ao parto não é nenhum bicho de sete cabeças, mas exige alguns cuidados para assegurar uma recuperação sem estresse. Saiba o que a nova mãe pode ou não fazer nessa fase

Por Renata Reps - atualizada em 28/01/2014 15h16
quarentena_casal_620x452 (Foto: Corbisimages) 

Arcar com a responsabilidade de zelar por uma vida, totalmente dependente, é um desafio e tanto para a nova mãe. Mas não é o único. Existe ainda a preocupação de lidar com as novas emoções e de restabelecer o corpo, que encarou muitas transformações ao longo da gestação. Para se ter uma ideia, o útero de uma mulher que nunca teve filhos pesa cerca de 90 gramas e tem o tamanho de uma pera. No último trimestre da gravidez, ele pode chegar a um quilo para abrigar um bebê de 3,5 kg e 52 cm. Isso significa que o abdômen cresce até 11 vezes! Por essa e outras razões, é preciso respeitar um período de cerca de 40 dias de recuperação, depois de dar à luz. É o chamado puerpério, conhecido como resguardo ou quarentena, em que nem tudo é permitido – mas nem tão proibido como alardeavam nossas avós.

Essa fase, digamos, peculiar começa com a queda brusca dos níveis hormonais no pós-parto, capaz de provocar desânimo e cansaço, o que torna imprescindível o apoio do pai e da família. Aproximadamente 80% das novas mães experimentam sentimentos de tristeza e insegurança. Esse estado, que costuma durar até 15 dias, é classificado pelos médicos como baby blues. Se o mal-estar persistir e vier associado a problemas de apetite e de sono, falta de concentração e de interesse em qualquer atividade, pode se tratar de depressão pós-parto, que requer auxílio médico.

Nos primeiros 42 dias, é quase impossível engravidar e a chance continua baixa enquanto a mulher amamentar de forma exclusiva, por livre demanda, pois isso inibe a ovulação. Mas, a partir da 7ª semana, o risco de gravidez aumenta. Por isso, a mulher deve adotar um método contraceptivo que não interfira no leite, como o DIU de cobre ou com progesterona ou a minipílula, à base do mesmo hormônio.
Em relação às condições físicas da nova mãe, nos primeiros dias costuma aparecer um sangramento de coloração avermelhada que, ao longo das semanas, passa a um tom marrom, amarelado e, por fim, transparente. O fluxo será mais intenso se o parto tiver sido normal. Isso porque a retirada da placenta estimula a expulsão dos tecidos remanescentes, promovendo a regeneração uterina.

Esse processo de recuperação torna o sexo proibido no puerpério, mas não significa que você não possa namorar seu parceiro. Use a imaginação e invista em carícias, masturbação, sexo oral... Tente não encanar com sua forma física nesse momento. Lembre-se de que você terá ajuda extra para resgatar o antigo corpo: o aleitamento, que não só favorece o recém-nascido, como induz a liberação de hormônios para que o útero retorne ao tamanho normal. “Quando a criança suga o seio, a glândula hipófise, localizada no cérebro, recebe um estímulo para produzir o hormônio ocitocina que, entre outras funções, promove a redução do volume abdominal”, esclarece o ginecologista Walter Amaral, da Escola Superior de Ciências da Saúde (DF).

Devido a esse processo, é normal sentir cólicas nas primeiras semanas. Os benefícios de oferecer o peito vão além: um estudo da Coordenação dos Institutos de Pesquisa da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo provou que amamentar reduz o risco de câncer de mama, de ovário e osteoporose.

Outra boa estratégia para recuperar a forma e a saúde física é manter uma dieta equilibrada. A ingestão de minerais, como o ferro e o cálcio, continua fundamental. Portanto, as carnes, principalmente as vermelhas, e os laticínios são mais do que bem-vindos. Também é importante beber de dois a três litros de água por dia, especialmente um copo grande antes e outro depois de amamentar. “Frutas com cascas, como maçã, ameixa e pera, ajudam a prevenir ou a reverter a constipação, comum nessa fase por conta do útero aumentado, que comprime o intestino”, esclarece o obstetra Artur Dzik, diretor da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.

Evite refeições pesadas e gordurosas, porque elas passam para o bebê pelo leite e o sistema digestivo dele ainda não está preparado para alimentos complexos. Segundo o ginecologista Alberto D’Áuria, diretor médico do Banco de Sangue do Cordão Umbilical (SP), alguns itens devem ser evitados no primeiro mês por provocarem cólicas na criança: café, chocolate, refrigerantes à base de cola, verduras escuras, talo de alface, feijão e tomate.



CRENÇAS POPULARES

Mas também não precisa ficar só na canja de galinha durante toda a quarentena. Esse é um mito antigo. O prato é saudável e equilibrado, mas não precisa ser o único do cardápio! Aliás, muitas lendas ainda pairam sobre o imaginário popular. É o que confirma uma análise de entrevistas da Unifesp feita com 300 mulheres que haviam acabado de ter filhos. As respostas revelaram que procedimentos sem validação científica até hoje pautam o comportamento das mães. Um exemplo é acreditar na necessidade de ficar 13 dias sem lavar a cabeça, para não interromper o sangramento no pós-parto e, assim, correr o risco de morrer ou ficar louca.

Uma revisão de estudos realizada na USP de Ribeirão Preto sugere que essa e outras crenças têm origem em uma tese antiga e infundada de que o útero teria comunicação com todas as partes do corpo e a presença da menstruação seria necessária para manter o organismo funcionando bem. Também por isso algumas mulheres creem que precisam ficar na cama por semanas, após dar à luz, e evitar a ingestão de frutas ácidas.

Para deixar claro quais são, de fato, as precauções necessárias nessa fase, CRESCER consultou um time de especialistas. Leia na página seguinte, mas considere que o estado geral da mulher é o melhor parâmetro para determinar o que pode ou não ser feito.

O QUE É PERMITIDO (OU NÃO) NA QUARENTENA







PARTO NORMAL CESÁREA
Dirigir É desaconselhável no primeiro mês por atrapalhar a cicatrização do períneo, região entre o ânus e a vagina, principalmente se ele tiver sido submetido a uma epistomia –pequeno corte para facilitar o parto normal. Caso a mulher não sinta nenhum incômodo, pode dirigir a partir de duas semanas. Não costuma ser permitido no primeiro mês, porque pode atrapalhar a cicatrização das suturas abdominais.
Sexo Proibido no primeiro mês não só porque a mulher pode sentir dor, mas porque existe o risco de infecção, já que o processo de cicatrização pós-parto ainda não está finalizado. Além disso, a produção do hormônio prolactina, que favorece a produção do leite, diminui a libido e a lubrificação vaginal. A quarentena impõe 30 dias de abstinência sexual para recuperação do organismo e do sistema reprodutor. Caso contrário, os riscos seriam os mesmos já descritos no parto normal, somados à sobrecarga na região dos pontos cirúrgicos.
Atividade física Exercícios pesados, como corridas, são proibidos nos primeiros 45 dias, porque o esforço pode atrapalhar o processo de recuperação. Caminhadas leves, de 20 a 30 minutos, podem ser feitas após o primeiro mês. Esse tempo é variável e depende do condicionamento físico da mulher antes de engravidar. Para nadar confortavelmente, sem risco de escapes de sangue, é melhor esperar dois meses. A volta à atividade física pós-cesárea é bem mais complexa, por se tratar de um processo cirúrgico como outro qualquer. Exercícios pesados, como corridas, precisam ser evitados por três meses. Caminhadas e natação estão liberadas a partir de dois meses.
Carregar peso Não é recomendado no primeiro mês. Mesmo depois, é bom sentar em uma cadeira para levantar o filho mais velho, fazendo força no braço, e agachar com as costas eretas para pegar uma sacola no chão. O objetivo é poupar a coluna, fragilizada pelo peso que sustentou durante a gravidez. Proibido no primeiro mês pelo cuidado com os pontos cirúrgicos. Mesmo depois desse período, vale seguir as recomendações referentes ao parto normal.
Subir
escada
Se não houver dor, não existe contraindicação. Não há nenhum problema se não houver dor.
Depilação Nada impede que a mulher se depile nesse período. Não existem contraindicações.
Cuidados com o cabelo Eles ficam enfraquecidos e costumam cair, devido à queda hormonal ocasionada pela perda da placenta. Cerca de 90 dias depois do parto, o processo atinge seu auge e, passado esse período, a tendência é que as madeixas se normalizem. Em relação às tinturas, o ideal é adiar o procedimento enquanto a mulher estiver amamentando, porque os produtos químicos podem conter amônia ou formol e são perigosos para o bebê, intoxicando-o. A pintura à base de henna não oferece risco. As recomendações são idênticas às do parto normal e valem para todas as mulheres que amamentam.
Absorvente interno Não existem restrições. Não há problema em usá-lo.











Fonte: Revista Crescer



































sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Barriga 24 semanas



 

Olhe quem está chegando Pra alegrar os dias seus, É uma linda criança, Anjo de paz e esperança Um presente do bom Deus!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

25 semanas de gravidez

Como seu bebê está crescendo

Mesmo sem ar nos pulmões, seu bebê começa a fazer alguns exercícios de respiração. Por outro lado, os cinco sentidos estão se desenvolvendo com rapidez.

Tomografias do cérebro de fetos nesta fase mostram que os bebês respondem ao toque e que, se uma luz for colocada diante da barriga das mães, eles tendem a virar a cabeça -- o que, segundo especialistas, indica o funcionamento do nervo óptico.

A cada dia que passa, seu filho se parece mais com o recém-nascido que será daqui a alguns meses. O cabelo já tem cor e textura, embora depois do nascimento elas possam mudar. Bebês que nascem com cabelo escuro muitas vezes depois ficam com cabelo claro e vice-versa.






Como fica sua vida

Seu sono provavelmente não anda muito reconfortante devido a sonhos intensos ou a pesadelos. Isso é bem normal, já que, ao dormir, seu subconsciente vira o espaço para dar vazão a temores sobre a gravidez e seu futuro papel de mãe.

Além disso, a barriga maior torna difícil encontrar uma posição confortável na cama.

É recomendável começar a criar o hábito de dormir de lado (caso você ainda não faça isso). Travesseiros são seus grandes amigos, por isso use vários: entre as pernas, embaixo da barriga, na lateral ou onde eles a deixarem mais confortável.

Os seus cabelos

O bebê não é o único que está com mais cabelo. É bem possível que agora o seu cabelo esteja mais abundante e sedoso que antes. Não se assuste, porém, se ele cair, porque isso também ocorre para algumas gestantes.

Pode ser que você note ainda que seus pelos do corpo estão mais escuros e grossos e que resolveram aparecer no queixo, no lábio superior, nos seios e até na barriga. Isso ocorre devido ao aumento dos hormônios sexuais andrógenos, mas tudo voltará à normalidade nas semanas posteriores ao nascimento do bebê.
 
O bebê agora já se aproxima de 700 gramas e mede 35 centímetros da cabeça até o calcanhar.
Em toda consulta do pré-natal, o médico vai medir sua pressão e ouvir o coração do bebê. Também pode ser que peça exames de sangue e de urina para detectar e controlar problemas típicos da gravidez como pré-eclâmpsia e diabete.
 Você pode estar sentindo um pouco de dor e sensação de dormência nas mãos, nos pulsos e nos dedos. A região do túnel do carpo, no pulso, está inchada, assim como vários outros tecidos no seu corpo. Os nervos que passam por esse túnel acabam sendo pressionados, e essa pressão se manifesta na forma de dor aguda ou acompanhada da sensação de queimação.

http://brasil.babycenter.com/25-semanas-de-gravidez#ixzz2rPErA4tE

http://brasil.babycenter.com/25-semanas-de-gravidez#ixzz2rPEiPTYU

http://brasil.babycenter.com/25-semanas-de-gravidez#ixzz2rPEXWkaF

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Drenagem linfática na gestação

A combinação entre drenagem linfática e gestação não poderia ser mais perfeita: ajuda a relaxar, alivia inchaços típicos da gravidez, reduz o acúmulo de retenção liquida, estimula a lactação e prepara as mamas para a amamentação, previne e combate varizes, celulite e estrias.
Drenagem linfática
 Mas todo cuidado é pouco. Para alcançar os efeitos desejados é fundamental que o procedimento seja executado somente por fisioterapeuta especializado.

Na gestação, as consequências de um procedimento mal executado são ainda mais graves para a futura mamãe e o bebê: “Quando realizada por um profissional não habilitado, a drenagem linfática manual pode estimular contrações uterinas e causar a precipitação do parto a partir do sexto mês de gestação”, alerta a fisioterapeuta especializada em gestação e pós-parto, Samanta Cordeiro.

Preparamos um “tira-dúvidas” sobre drenagem linfática para que a gestante possa desfrutar momentos de puro relaxamento com total segurança. Acompanhe as respostas da fisioterapeuta Samanta Cordeiro:
Quais são os benefícios da drenagem linfática para a gestante?
  • Melhora a nutrição das células e a oxigenação dos tecidos;
  • estimula a circulação venosa e linfática; reduz a retenção de líquido;
  • diminui os inchaços típicos da gravidez;
  • estimula a lactação e a dessensibilização das mamas, preparando-as para a amamentação;
  • previne e combate varizes e sensação de pernas cansadas;
  • Combate celulite e estrias; alivia tensões e reduz dores musculares.
É possível fazer drenagem linfática a partir de quantas semanas de gestação?
É fundamental que a gestante passe por uma avaliação médica antes de iniciar o tratamento, até para que seja feita a indicação correta da drenagem linfática. As sessões podem ser iniciadas a partir do terceiro mês, cerca de duas vezes por semana. Em casos de edemas exacerbados, a gestante poderá fazer até três sessões semanais, desde que tenha autorização do médico responsável.

Existe alguma contraindicação?
Grávidas com hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda, infecções de pele e erupções cutâneas não são aconselhadas a realizar este procedimento. Porém, sempre seguimos a autorização médica e trabalhamos com fisioterapeutas que conhecem os recursos indicados e contraindicados para as gestantes. Dessa forma, é possível realizar um tratamento seguro e eficaz, sem provocar nenhum tipo de dano aos pacientes.

Quanto tempo após o parto a mulher pode fazer uma sessão de drenagem linfática? Ajuda a voltar a forma?
No período pós-parto, a drenagem linfática trabalha como um auxiliar para o retorno da forma anterior, atuando na diminuição da retenção de líquidos, prevenção de celulite e na estimulação do metabolismo. É importante entender que a drenagem não deve ser utilizada como elemento único para processos de emagrecimento, sendo necessário também o acompanhamento de uma nutricionista especializada.
Contato: www.mammytobe.com.br
Valéria Labat

Fonte: Guia do Bebê

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Ontem comecei a fazer drenagem, e adorei, na hora já dá para sentir a diferença o inchaço diminui bastante, quero ver se consigo fazer uma por semana, os benefícios são inúmeros, e temos que nos cuidar.
Estou fazendo na mesma clinica que faço o fisioterapia obstétrica, mais a drenagem estou fazendo com a Dr Juliana.
Bjãoo

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Almofadas para Amamentação

Durante o período de amamentação, é muito importante que as mamães encontrem a posição correta para o bebê, pois, se mal posicionados, eles podem puxar os mamilos, causando fissuras e/ou irritações nos seios, que é uma região muito sensível. Essa posição é facilmente encontrada quando se lança mão da almofada de amamentação. Além disso, a peça promove um descanso, reduzindo o estresse provocado pelo tempo e constantes momentos de amamentação. A almofada ainda permite um ajuste seguro e confortável do nenê ao corpo das mamães, tornando o ato um momento mais prazeroso para ambos.


Segue 3 formas diferenciadas de utilização:
PARA AMAMENTAÇÃO
posicao1
PARA APOIAR O BEBÊ
posicao2 

PARA AS GRÁVIDAS










posicao5

Encomendei essa aqui: vamos esperar chegar e usar para dar a opinião.
Almofada de Amamentar - Cristal - Batistela

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dúvida Cruel: Carrinho de bebê

Estamos numa dúvida cruel sobre qual carrinho comprar para a Laura. Eles são cheios de funções, modelos, marcas, preços e fico sem saber o que comprar.


Queremos algo que ela realmente vá usar, que não seja lá tão grande para colocar no carro, que facilite mesmo e não ao contrario.

Estamos vendo os modelos de Travel System, mais aparecem marcas que a gente não conhece, então preciso de ajuda. Alguém já ouviu falar da marca COSCO? gostei de um mas por não conhecer ninguém que tenha estamos na dúvida, tem os da galzerano e burigotto que já tem mais opiniões. 




 

Como escolher o carrinho de bebê

Escrito por:
Em: 10/04/2013  
Na hora de escolher o carrinho de bebê você deve levar em consideração vários fatores que abordaremos nesse artigo. Há no mercado diversas opções e certamente alguma agradará seu gosto e bolso.
A primeira pergunta para começar a avaliar as opções é:
- Qual a idade do bebê? Também falaremos sobre múltiplos e bebês com idade próxima.
1ª opção: recém nascido
Quando o bebê tem menos de 6 meses o carrinho precisa ter o encosto reclinável e preferencialmente com o bebê fica virado para a pessoa que o transporta para que ele se sente seguro.
2ª opção: 6 meses ou mais
O carrinho pode ter somente a opção em que o bebê olha para frente e não precisa reclinar.
- Qual o seu orçamento?
Não perca seu tempo avaliando carrinhos que você não poderá comprar. Existem muitas opções no mercado e saber o quando você está disposto a gastar ajudará a eliminar algumas opções.

No Brasil os carrinhos de bebê são divididos em 4 categorias

Lembre-se sempre de verificar o peso do carrinho e se você é capaz de levantá-lo para colocar no porta-malas. Verifique também a facilidade da hora de montar e fechar e, principalmente, se se ele cabe no porta-malas de seu carro.

Carrinho de bebê tradicional

São os carrinhos maiores e mais confortáveis, é nesta opção que você encontra modelos com bebê conforto e com moisés (conhecidos como Travel System).
O carrinhos do modelo tradicional são fechados na forma de um envelope. Algumas opções chegam a ocupar até o porta-malas todo de um carro pequeno.

Travel System

Burigotto-Trio-Classe-1-Parma-Cinza-Burigotto-2270-83672-1São os carrinhos que acoplam o bebê conforto em cima do assento, ou o acento é removível e o bebê conforto se encaixa na estrutura do carrinho. Desta forma você pode ver o bebê nos primeiros meses, e após os 6 meses ou quando você e seu bebê se sentirem seguros você poderá usar somente o carrinho.
Outra vantagem do modelo com bebê conforto é que ele também serve como cadeirinha para o carro e o bebê irá utilizá-lo até 1 ano de idade – pela legislação brasileira o bebê só pode ser transportado no carro virado para frente após 1 ano de idade.
Existe, ainda, o opção Trio, na qual além do carrinho, bebê conforto que é cadeirinha para carro, também tem o moisés, que o bebê utiliza até cerca de 6 meses de idade e você pode utilizar como um bercinho em seu quarto, na sala, e acoplá-lo na estrutura do carrinho para passear com mais conforto para o bebê. Alguns modelos possui o colchão é reclinável, que atua como colchão antirrefluxo.

Outros itens para observar:

INMETRO: O carrinho precisa ser aprovado pelo INMETRO para garantir que seja seguro para seu bebê;
Cinto de segurança: Item obrigatório nos carrinhos, podem ser de 3 ou 5 pontos;
Freios: Também item obrigatório e devem travar as rodas traseiras;
Conforto ao empurrar: Independente do quanto você utilizará o carrinho, ele precisa ser confortável para o bebê e também para você. Passeie pela loja, faça curvas, suba e desça pequenos desníveis (como calçadas ou degrau de acesso à loja);
Prime-Baby-Carrinho-AlumC3ADnio-Cordis-Azul-Prime-Baby-6091-22503-1Alumínio: Os carrinhos fabricados em alumínio são resistes e muito mais leves, porém são mais caros. Existem de todos os modelos, porém é mais comum no modelo 3 rodas;
Tamanho das rodas: Quanto maiores, mais confortável será o carrinho. Esse item faz diferença para quem anda muito na rua, pois o terreno irregular exige mais das rodas e rodas grandes trarão mais conforto ao bebê e a quem está transportando o carrinho;
Acessórios específicos: Alguns já possuem a gama de acessórios completo, outros você precisa comprar a parte e outros não possuem acessórios extras. Os mais usados são: colchões, mosquiteiros e capa de chuva;
Acessórios extras: Os acessórios extras são aqueles que você pode comprar de outras marcas, tais como: bolsas, brinquedinhos, móbiles, porta objetos, porta água, lençóis, cobertores e travesseiros.
Estampas: Existem estampas para meninos, para meninas e unissex. A escolha vai depender do seu gosto e se pretende deixar o carrinho para irmãozinho ou irmãzinha que possam chegar no futuro. Os carrinhos são duráveis e geralmente o irmão mais novo utiliza o mesmo do irmão mais velho.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Chá de fraldas...

 




Bom sempre participei de chás seja de panela, cozinha, bebê ou fraldas e  hoje eu me pergunto... chá de fraldas, fazer ou não?

Não fiz chá de panela quando casei, devido que minha família é grande, e as vezes você convida um e não convida outro e daí já vira aquela briga.

No chá de fraldas, comecei até fazer a lista, vi quantas convidadas ia dar, e liguei em alguns lugares para ver sobre aluguel de clube, centro de salgados, kg do bolo , etc. E me assusteiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, até cogitei fazer lá em casa, ai ia ser todo aquele trabalho de leva cadeira daqui, leva mesa de lá, empresta cadeira da mãe, empresta cadeira da sogra, fora que trabalho fora da cidade então só teria tempo para organizar, ir nas panificadoras e tals nos sábados e sendo que em alguns trabalho.

Sobre a lista de convidados, minha mãe até falo a faz só pros parentes, mais o serviço ia ser igual de fazer ou pra 100 ou pra 50, e fora que dai os presentes também seria reduzido, aqui não temos o hábito de tipo "pedir" o presente no chá de bebê ou fraldas, então teria também que posteriormente fazer trocas ou até ganhar coisas que eu não compraria para esse momento.

Resumindo cheguei a conclusão que não vou fazer chá, já ganhei vários presentinhos para a Laura, peguei uma lista bem boa na internet vou fazer um post com ela, e vou ver o que eu tenho já, o que falta, e vou comprar, fora que as compras eu posso parcelar, e as compras para o chá era tudo a vistinha né.

Bjãoo



 



sábado, 1 de fevereiro de 2014

Comprei na Dinda

 

 Vi a propaganda no facee e dai entrei no Dinda para ver as coisinhas, entrei e achei os preços bem convidativos. 

Resolvi arriscar e fiz o meu pedido:


Fiz a compra em 19/11/2013, e no site dava como data estimada de envio : 31/12/2013, e eu recebi ontem 27/01/2014.



Minha Opinião:  Se você não tem pressa para receber a mercadoria compensa sim, agora se você tem pressa tem muitos outros site com prazo menor de entrega, da data da minha compra até a chegada foi 2 meses e uns dias então é algo a ser considerado, mais AMEI e chegou tudo certinho.